Você enxerga que seus filhos têm afinidade entre si, mas é fácil reconhecer diferenças entre eles. Se você é empresário, vai perceber que um de seus filhos já começa a visitá-lo com mais freqüência, e mostra interesse pela empresa. Já os outros desinteressados e podem seguir outros caminhos profissionais e totalmente fora dos objetivos de suas empresas.
O importante é que todos são seus filhos, e como tais, são seus herdeiros e terão direito a parte do seu patrimônio no momento da sucessão, quando você vier a falecer ou deixar os negócios para usufruir do que os negócios lhe proporcionaram. Mas, diante de herdeiros com perfis diferentes, como preservar o controle dos seus negócios de forma adequada, sem correr o risco de que herdeiros menos preparados para o negócio coloque em risco a continuidade dos negócios? Quanto antes for iniciado o processo sucessório melhor.
Holding familiar:
Você já pensou em abrir uma empresa para concentrar o seu patrimônio e ainda garantir o rendimento provindo destes bens? É possível fazer esta escolha, principalmente visando a preservação dos seus negócios. Trata-se da constituição de uma holding familiar.
Em primeiro lugar é importante saber que é possível criar uma holding sem abrir mão de elaborar um testamento, documento em que você irá deixar claro como deseja dispor de seus bens na sucessão. A holding familiar, por ser uma empresa, tem o objetivo de permitir que você utilize meios para estabelecer limites quanto ao controle absoluto do patrimônio.
Em outras palavras, mesmo que seus filhos sejam herdeiros necessários de suas empresas, você poderá atribuir poderes de voto aos mais responsáveis, por exemplo, fazendo com que os demais tenham acesso apenas aos proventos dos negócios sem participarem da administração efetiva do negócio.
Por: Marco César de Oliveira
Este Blog tem por objetivo a discussão sobre as práticas de Governança Corporativa, Gestão, Tributos, contabilidade gerencial e outros temas correlatos, de forma a contribuir principalmente para as pequenas e médias empresas, de estrutura familiar ou não, na melhoria de suas atividades e tomada de decisões VISITE NOSSO SITE: www.valorvest.com.br
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Rating de Fornecedores e Parceiros
Há muito se sabe a importância da avaliação dos fornecedores e parceiros para a efetivação de suas contratações, porém cada dia mais as organizações concluem que não basta avaliá-los, mas se faz necessário obter um rating dos fornecedores e parceiros, onde sejam ranqueados e pontuados através dos critérios e indicadores chaves da organização e sua operação.
Quando a organização avalia seu fornecedor e parceiro, estabelecendo uma lista de fornecedores e parceiros qualificados, esta garantiu um padrão mínimo de aceitação para a contratação, mas nenhuma organização pode ignorar o fato de que entre todos os qualificados, haja os que tenham desempenho em nível BOM, ÓTIMO e EXCELENTE, e isto deve permitir a diferenciação entre eles na tomada de decisão da contratação e da seleção do projeto à que este ou aquele fornecedor e parceiro estará possibilitado a participar.
Hoje no mercado, há inúmeras ferramentas e métodos que permitem que através da avaliação continua dos fornecedores e parceiros, seja estabelecido um rating entre eles, em função do desempenho individual de cada um. Cada organização deve buscar o método que mais se adéqua a sua realidade, seu porte, nobreza de sua atividade, e grau de impacto (severidade) que os fornecedores e parceiros apresentem sobre seus processos e operação, podendo assim, obter um rating que realmente permita a melhor tomada de decisão de seus gestores.
Outro fator deve ser considerado no rating, é o nível de alinhamento do fornecedor e parceiro para com os princípios da organização, seja em relação a ética, conduta comercial, responsabilidade social e ambiental, além do respeito as normas e legislações vigentes, isto permitirá que a relação comercial seja duradoura, por meio da identidade entre as empresas, somado a segurança que a organização obterá quanto a co-responsabilidade nas questões legais, sociais e ambientais.
Grande parte das organizações, não possuem recursos humanos disponíveis para o planejamento, execução e acompanhamento do rating de seus fornecedores, devido a necessidade de continua avaliação. Nestes casos, o ideal é que a organização tenha um parceiro que planeje, execute e gerencie a avaliação e rating de seus fornecedores e parceiros, inclusive com realização de auditorias periódicas nas instalações dos mesmos.
Por: Jackson Luvizotto
Quando a organização avalia seu fornecedor e parceiro, estabelecendo uma lista de fornecedores e parceiros qualificados, esta garantiu um padrão mínimo de aceitação para a contratação, mas nenhuma organização pode ignorar o fato de que entre todos os qualificados, haja os que tenham desempenho em nível BOM, ÓTIMO e EXCELENTE, e isto deve permitir a diferenciação entre eles na tomada de decisão da contratação e da seleção do projeto à que este ou aquele fornecedor e parceiro estará possibilitado a participar.
Hoje no mercado, há inúmeras ferramentas e métodos que permitem que através da avaliação continua dos fornecedores e parceiros, seja estabelecido um rating entre eles, em função do desempenho individual de cada um. Cada organização deve buscar o método que mais se adéqua a sua realidade, seu porte, nobreza de sua atividade, e grau de impacto (severidade) que os fornecedores e parceiros apresentem sobre seus processos e operação, podendo assim, obter um rating que realmente permita a melhor tomada de decisão de seus gestores.
Outro fator deve ser considerado no rating, é o nível de alinhamento do fornecedor e parceiro para com os princípios da organização, seja em relação a ética, conduta comercial, responsabilidade social e ambiental, além do respeito as normas e legislações vigentes, isto permitirá que a relação comercial seja duradoura, por meio da identidade entre as empresas, somado a segurança que a organização obterá quanto a co-responsabilidade nas questões legais, sociais e ambientais.
Grande parte das organizações, não possuem recursos humanos disponíveis para o planejamento, execução e acompanhamento do rating de seus fornecedores, devido a necessidade de continua avaliação. Nestes casos, o ideal é que a organização tenha um parceiro que planeje, execute e gerencie a avaliação e rating de seus fornecedores e parceiros, inclusive com realização de auditorias periódicas nas instalações dos mesmos.
Por: Jackson Luvizotto
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Meu negócio é ou está ruim?
No geral os dirigentes de empresas de pequeno e médio porte, a reposta mais simples é dizer que a atividade exercida é ruim, sempre que escuto este tipo de resposta, até mesmo porque a resposta vem de imediato, eu faço outra pergunta. Seu negócio é ruim ou ele não gera ou recursos suficientes para suprir seus desejos ou necessidades?
Em geral também, estas respostas estão baseadas no resultado de caixa que o dirigente tem, se sobrou dinheiro é sinal que o negócio está bom.
Se perguntarmos qual a necessidade financeira da empresa e pessoal,começaremos a identificar os primeiros e fundamentais problemas a srem tratados, que é a falta de planejamento pessoal e/ou da empresa.
Quando não sabemos, quanto à empresa precisa faturar e qual a necessidade de recursos que o dirigente necessita para fazer frente às despesas pessoais, certamente os riscos de uma gestão fora de controle são significativas.
Se não sei para onde vou nenhum caminho é bom e não teremos resultados diferentes fazendo as mesmas coisas e da mesma forma.
Por: Marco César de Oliveira
Em geral também, estas respostas estão baseadas no resultado de caixa que o dirigente tem, se sobrou dinheiro é sinal que o negócio está bom.
Se perguntarmos qual a necessidade financeira da empresa e pessoal,começaremos a identificar os primeiros e fundamentais problemas a srem tratados, que é a falta de planejamento pessoal e/ou da empresa.
Quando não sabemos, quanto à empresa precisa faturar e qual a necessidade de recursos que o dirigente necessita para fazer frente às despesas pessoais, certamente os riscos de uma gestão fora de controle são significativas.
Se não sei para onde vou nenhum caminho é bom e não teremos resultados diferentes fazendo as mesmas coisas e da mesma forma.
Por: Marco César de Oliveira
Empresa Familiar - Sucessão
Manter os negócios em família é um desafio constante para os fundadores.
Buscando na memória temos muitos exemplos de empresas que por não terem feito um planejamento de sucessão e preparação da empresa e de seus
sucessores, passaram por grandes dificuldades, culminando na venda e quando não na falência da empresa.
Este mês foi anunciado à compra de 51% da casas Bahia pelo grupo Pão de Açúcar, um dos motivos divulgado foi saída de um dos fundadores do negócio por divergência na condução dos negócios.
Se buscarmos na memória o grupo Pão de Açúcar no passado também veio de um problema familiar na década de 80, que criou perdas significativas e uma necessidade de reestruturação e em um passado não muito distante também teve a venda de parte de seu negócio para um grupo internacional.
Os problemas para a empresa familiar normalmente começam quando os rumos da família estão em sentido oposto ao da empresa.
O que fazer para que isto não ocorra, não é uma tarefa tão simples, pois há a necessidade de que os fundadores identifiquem as ameaças e comecem a preparar os sucessores e a empresa de modo que conquiste uma trajetória de continuidade dos negócios da empresa.
Preparar o fundador para esta transição é fundamental, passar o comando para outro, mesmo que este seja um filho que você confia não é uma tarefa fácil e exige um esforço de alguns profissionais especializado neste processo.
Um dos principais aspectos na mudança de comando das empresas familiares, com sucessão na família ou com profissionais de mercado, são as informações que são administradas e geradas apenas pelo fundador e é comum haver dificuldade da transferência destas informações.
É importante planejar, investir tempo e dinheiro no plano sucessório, entender os desafios na redefinição de estratégias e colocar todo este empenho de força a favor dos valores da família.
Ter estratégia e visão de longo prazo são fatores que trarão bons resultados para a empresa e a família.
Por: Marco César de Oliveira
Buscando na memória temos muitos exemplos de empresas que por não terem feito um planejamento de sucessão e preparação da empresa e de seus
sucessores, passaram por grandes dificuldades, culminando na venda e quando não na falência da empresa.
Este mês foi anunciado à compra de 51% da casas Bahia pelo grupo Pão de Açúcar, um dos motivos divulgado foi saída de um dos fundadores do negócio por divergência na condução dos negócios.
Se buscarmos na memória o grupo Pão de Açúcar no passado também veio de um problema familiar na década de 80, que criou perdas significativas e uma necessidade de reestruturação e em um passado não muito distante também teve a venda de parte de seu negócio para um grupo internacional.
Os problemas para a empresa familiar normalmente começam quando os rumos da família estão em sentido oposto ao da empresa.
O que fazer para que isto não ocorra, não é uma tarefa tão simples, pois há a necessidade de que os fundadores identifiquem as ameaças e comecem a preparar os sucessores e a empresa de modo que conquiste uma trajetória de continuidade dos negócios da empresa.
Preparar o fundador para esta transição é fundamental, passar o comando para outro, mesmo que este seja um filho que você confia não é uma tarefa fácil e exige um esforço de alguns profissionais especializado neste processo.
Um dos principais aspectos na mudança de comando das empresas familiares, com sucessão na família ou com profissionais de mercado, são as informações que são administradas e geradas apenas pelo fundador e é comum haver dificuldade da transferência destas informações.
É importante planejar, investir tempo e dinheiro no plano sucessório, entender os desafios na redefinição de estratégias e colocar todo este empenho de força a favor dos valores da família.
Ter estratégia e visão de longo prazo são fatores que trarão bons resultados para a empresa e a família.
Por: Marco César de Oliveira
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Previsões Econômicas - Que Deus nos ajude
Publicado pelo jornalista José Paulo Kupfer em 29/01/2009
Previsões para o comportamento da economia brasileira, em 2009:
Governo 4,0%*
Banco Central 3,2%
Banco Mundial 2,9%
Unctad (Comissão das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) 2,9%
BIS (”Banco Central dos bancos centrais”) 2,8%
Boletim Focus do BC (relativa ao dia 23/1) 2,0%
CNI (Confederação Nacional da Indústria) 2,3%
Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e Caribe) 2,1%
FMI 1,8%
IIF (think tank da banca) 0,8%
Banco Morgan Stanley 0%
(*) O ministro Guido Mantega diz que não é projeção, mas meta.
Que venham as projeções para 2010.
Selic
A pesquisa Focus para o fim de 2010, foi mantida a projeção de que a taxa Selic suba para 10,50% ao ano. (fonte: http://www.estadao.com.br/economia/not_eco470632,0.htm em 23 de novembro de 2009)
Câmbio
Para o fim de 2010, foi mantida a expectativa de que a cotação da moeda norte-americana fique em R$ 1,75.
Produto Interno Bruto (PIB)
Para 2010, a previsão é um crescimento de 5,00%.
Façam suas apostas
Previsões para o comportamento da economia brasileira, em 2009:
Governo 4,0%*
Banco Central 3,2%
Banco Mundial 2,9%
Unctad (Comissão das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) 2,9%
BIS (”Banco Central dos bancos centrais”) 2,8%
Boletim Focus do BC (relativa ao dia 23/1) 2,0%
CNI (Confederação Nacional da Indústria) 2,3%
Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e Caribe) 2,1%
FMI 1,8%
IIF (think tank da banca) 0,8%
Banco Morgan Stanley 0%
(*) O ministro Guido Mantega diz que não é projeção, mas meta.
Que venham as projeções para 2010.
Selic
A pesquisa Focus para o fim de 2010, foi mantida a projeção de que a taxa Selic suba para 10,50% ao ano. (fonte: http://www.estadao.com.br/economia/not_eco470632,0.htm em 23 de novembro de 2009)
Câmbio
Para o fim de 2010, foi mantida a expectativa de que a cotação da moeda norte-americana fique em R$ 1,75.
Produto Interno Bruto (PIB)
Para 2010, a previsão é um crescimento de 5,00%.
Façam suas apostas
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Pequenas e médias empresas também devem investir no IFRS
Pensando em oportunidades de negócios futuros com empresas e investidores internacionais as empresas de pequeno e médio porte devem ter atenção às necessidades de adequação ao IFRS (International Financial Reporting Standard), este é o padrão de normas contábeis utilizado desde 2005 na União Europeia e que este ano teve uma adoção significativa no Brasil.
Aderir ao IFRS será obrigatório para as empresas de capital aberto a partir de dezembro de 2010, porém as pequenas e médias empresas ainda estão postergando a adequação ao novo padrão.
A mudança de padrão contábil envolve profissionalismo, tecnologia e otimização para os procedimentos contábeis e para a troca de informações com os órgãos competentes. Antecipar seu entendimento e os investimentos necessários nas novas tecnologias é fundamental. Em um prazo não muito longo todas as empresas brasileiras deverão adotar em parte ou no todo este novo padrão.
Este novo padrão contábil servirá de modelo aos balanços das empresas visando facilitar a análise de investidores. Sua adoção fará com que todas as empresas, independente do país de origem, tenham uma mesma base comparativa de seus balanços.
O SPED Contábil e Fiscal, bem como a implantação de NF-e Nota Fiscal eletrônica é o início para todas as empresas.
Por: Marco César de Oliveira
Aderir ao IFRS será obrigatório para as empresas de capital aberto a partir de dezembro de 2010, porém as pequenas e médias empresas ainda estão postergando a adequação ao novo padrão.
A mudança de padrão contábil envolve profissionalismo, tecnologia e otimização para os procedimentos contábeis e para a troca de informações com os órgãos competentes. Antecipar seu entendimento e os investimentos necessários nas novas tecnologias é fundamental. Em um prazo não muito longo todas as empresas brasileiras deverão adotar em parte ou no todo este novo padrão.
Este novo padrão contábil servirá de modelo aos balanços das empresas visando facilitar a análise de investidores. Sua adoção fará com que todas as empresas, independente do país de origem, tenham uma mesma base comparativa de seus balanços.
O SPED Contábil e Fiscal, bem como a implantação de NF-e Nota Fiscal eletrônica é o início para todas as empresas.
Por: Marco César de Oliveira
O que tirar de proveito desta crise?
As pequenas e médias empresas podem tirar proveito neste momento em que estamos saindo de uma crise econômica maior que uma simples “marola” .
Temos disponível uma grande quantidade de profissionais de alta qualidade disponível no mercado de trabalho e a contratação de executivos aumentou
significativamente desde novembro.’
Se sua empresa precisa mudar de estratégia ou retomar investimentos, é hora de olhar para estes profissionais que estavam em grande multinacionais, ou melhor, estavam no seu concorrente.
A relação de trabalho e a remuneração nestes tempos de crise abrem uma discussão importante sobre outras formas nesta relação, empresa x profissional.
Gere oportunidade para sua empresa, pare para um momento de reflexão,
Reveja a relação entre você e seus parceiros de negócios, pense em formas novas de ter o serviço de um profissional que antes era inatingível por sua empresa.
Este profissional está disponível no mercado e precisa se recolocar.
O encontre antes de seu concorrente, não limite as respostas, converse e troque experiências.
Seja ousado
Por: Marco César de Oliveira
Temos disponível uma grande quantidade de profissionais de alta qualidade disponível no mercado de trabalho e a contratação de executivos aumentou
significativamente desde novembro.’
Se sua empresa precisa mudar de estratégia ou retomar investimentos, é hora de olhar para estes profissionais que estavam em grande multinacionais, ou melhor, estavam no seu concorrente.
A relação de trabalho e a remuneração nestes tempos de crise abrem uma discussão importante sobre outras formas nesta relação, empresa x profissional.
Gere oportunidade para sua empresa, pare para um momento de reflexão,
Reveja a relação entre você e seus parceiros de negócios, pense em formas novas de ter o serviço de um profissional que antes era inatingível por sua empresa.
Este profissional está disponível no mercado e precisa se recolocar.
O encontre antes de seu concorrente, não limite as respostas, converse e troque experiências.
Seja ousado
Por: Marco César de Oliveira
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